The PEN Story
The PEN Story é uma animação em Stop Motion, montada com mais de 1 800 fotos capturadas pela lente da tradicional camera PEN da Olympus.
Além de um vídeo viral sobre os 50 anos da mesma, a animação é uma belo filme, uma verdadeira obra de arte. Vale a pena conferir!
Somos Contraditorios
Diante de minha total falta de vontade em fazer o bendito Exame Nacional de Desempenho de Estudantes, vulgo ENADE, e perceber que não somente eu, mas muitos desfrutavam desse mesmo desanimo, pude ver como somos contraditórios! É engraçado se perceber tão idiota assim.
Um fator que influencia muito na tão dificil escolha de qual Instituição de Ensino Superior cursar é a tal “Nota do MEC”. Muitos optam por se matricular no Curso melhor classificado no campeonatinho do Ministério de Educação, porque sua formação – em tese - será melhor do que seria numa Instituição com o conceito inferior. O ENADE, como o próprio nome já diz, não é nada mais do que um dos instrumentos para se medir o desempenho dos alunos e, consequentemente, conceituar o Curso dos mesmos.
Má vontade para fazer esse Exame parece meio contraditório, isto é, procuramos estudar nos lugares bem conceituados, no entanto, não estamos nem um pouco interessados em “ajudar” a construir essse conceito. Engraçado, não?
A Salvação do Rock
A banda The Strokes surgiu no mundo da música com um certo frescor de novidade, algo diferente. Tão novo que soava como “a salvação do rock”, embora não houvesse necessidade de se salvar coisa alguma. Marketing/Empolgação de Empresários à parte, não é que o som é bom mesmo?
The Strokes, Last Night
#Tirinha

Tirinha concebida graças ao Witty Comics e a minha falta do que fazer.
Braid

Afirmo com toda certeza: Braid é o melhor game que joguei em toda a minha vida! E ainda acrescento: Se você é amante de jogos de plataforma este será , inevitavelmente, o melhor jogo que você terá posto suas mãos. Não, caro leitor, não é exagero de minha parte, Braid é tudo isso e muito mais! OK, talvez seja um relato um tanto quanto exagerado/apaixonado de minha parte, entretanto, é muito difícil não simpatizar com a busca incessante de Tim à sua Princesa.
A primeira coisa que se deve saber sobre Braid, caso nunca tenha ouvido falar nada a respeito, é que não se trata de um jogo no qual você irá simplesmente matar seus inimigos e passar de fase em fase; muito mais do que isso: é uma experiência. O jogo em si tem um conceito “didático” por trás, isto é, o autor teve a intenção de transmitir algo a mais ao jogador: Jonathan Blow, criador do jogo, é um crítico de games ao estilo “pé na porta e tapa na cara” como “Doom”, por exemplo, que não ensina nada a quem joga.
Além do tal conceito – e de inúmeras referências encontradas ao longos dos Mundos que você tem de explorar - o game tem um visual muito bonito! A estética é muito bem elaborada; um trabalho de arte sensacional. É praticamente uma aquarela tomando vida e se movimentando diante de seus olhos. Fora a trilha sonora, muito bem arranjada, que consegue guiar o jogador por vários sensações como refrigerio, angustia ou tensão, conforme o desenrolar de sua estadia nos Mundos na medida certa: experimente jogar com o volume bem alto!
Outro ponto bem interessante, é que no decorrer de sua aventura, você tem a possibilidade “rebobinar” suas ações. Não há game over, muito menos continue: qualquer erro poderá imediatamente ser desfeito, com o uso deste recurso. Com o passar das fases, você percebera que será necessário saber conciliar essa função para conquistar determinadas peças dos quebra-cabeças.
Sabendo que o jogo tem uma proposta diferenciada, um design extremamente elaborado, uma trilha sonora de qualidade e que há um recurso de voltar no tempo, o que torna a jogabilidade bem interessante, podemos dar uma pincelada sobre enredo. Muito se engana quem “vende” Braid como uma copia de Super Mario. Apesar do herói da trama, o jovem Tim, estar em busca de sua Princesa raptada por um “monstro”, a dinâmica e o desenrolar a história é totalmente diferente dos games do Encanador Italiano da Nintendo. Não pretendo soltar nenhum Spoiler, até mesmo porque ainda não completei todos os puzzles e ainda estou tirando minhas conclusões sobre alguns fragmentos da historia; e convenhamos, é bem mais divertido ir descobrindo sozinho o que realmente se trata essa ”história maluca de idas e vindas no tempo”!
No jogo, você conduz o protagonista em sua missão, resolvendo situações adversas para coletar peças de quebra-cabeças, que irão formar imagens num painel – verdadeiras pinturas – que lhe ajudarão a entender melhor no que Tim está envolvido. Simples? Não, nem tanto.
Se você gosta de desafios, essa é sua chance de gastar todo seu tutano! Faça o teste você mesmo baixando a Demo (clicando aqui) e divirta-se.
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trailer:
Site: braid-game.com
Programa ROCK! #17

Esta no Ar a 17º edição do Podcast Programa ROCK!, o podcast dedicado ao bom e velho rock n’ roll, feito de coração por este que vos escreve. Clique aqui para escutar, baixar, comentar e etc e tal.
Para mandar sua crítica e/ou sugestão, envie sua missiva para programarock@gmail.com, ok?
É isso!
E se você pudesse se tornar um Mutante?
Eis um vídeo muito engraçado, mostrando as mazelas de Greg e Lou, dois jovens que depois de muito esforço, conseguiram comprar poderes mutantes. Veja:

