|| Blog do Julio ||

Onde Vivem os Monstros

Posted in Cinema by Julio Dias on 16/01/2010

Esta em cartaz nas terras tupinanquins “Ondem vivem os Monstros”,  a adaptação do livro infantil homônimo do escritor americano Maurice Sendak.

O trailer desse filme chamou minha atenção, me deixando deveras curioso para ver se realmente é bom – como imagino seja -, pretendo me dirigir ao cinema em breve. Se não sabe do que se trata a película, veja aqui.

Braid

Posted in Jogos by Julio Dias on 16/10/2009

Afirmo com toda certeza: Braid é o melhor game que  joguei em toda a minha vida! E ainda acrescento: Se você é amante de jogos de plataforma este será , inevitavelmente, o melhor jogo que você terá posto suas mãos. Não, caro leitor, não é exagero de minha parte, Braid é tudo isso e muito mais! OK, talvez seja um relato um tanto quanto exagerado/apaixonado de minha parte, entretanto, é muito difícil não simpatizar com a busca incessante de Tim à sua Princesa.

A primeira coisa que se deve saber sobre Braid, caso nunca tenha ouvido falar nada a respeito, é que não se trata de um jogo no qual você irá simplesmente matar seus inimigos e passar de fase em fase; muito mais do que isso: é uma experiência. O jogo em si tem um conceito “didático” por trás, isto é, o autor teve a intenção de transmitir algo a mais ao jogador: Jonathan Blow, criador do jogo, é um crítico de games ao estilo “pé na porta e tapa na cara” como “Doom”, por exemplo, que não ensina nada a quem joga.

Além do tal conceito – e de inúmeras referências encontradas ao longos dos Mundos que você tem de explorar –  o game tem um visual muito bonito! A estética é muito bem elaborada; um trabalho de arte sensacional. É praticamente uma aquarela tomando vida e se movimentando diante de seus olhos. Fora a trilha sonora, muito bem arranjada, que consegue guiar o jogador por vários sensações como refrigerio, angustia ou tensão, conforme o desenrolar de sua estadia nos Mundos na medida certa: experimente jogar com o volume bem alto!

Outro ponto bem interessante, é que no decorrer de sua aventura, você tem a possibilidade “rebobinar” suas ações. Não há game over, muito menos continue: qualquer erro poderá imediatamente ser desfeito, com o uso deste recurso. Com o passar das fases, você percebera que será necessário saber conciliar essa função para conquistar determinadas peças dos quebra-cabeças.

Sabendo que o jogo tem uma proposta diferenciada, um design extremamente elaborado, uma trilha sonora de qualidade e que há um recurso de voltar no tempo, o que torna a jogabilidade bem interessante, podemos dar uma pincelada sobre enredo. Muito se engana quem “vende” Braid como uma copia de Super Mario. Apesar do herói da trama, o jovem Tim, estar em busca de sua Princesa raptada por um “monstro”, a dinâmica e o desenrolar a história é totalmente diferente dos games do Encanador Italiano da Nintendo. Não pretendo soltar nenhum Spoiler, até mesmo porque ainda não completei todos os puzzles e ainda estou tirando minhas conclusões sobre alguns fragmentos da historia; e convenhamos, é bem mais divertido ir descobrindo sozinho o que realmente se trata essa ”história maluca de idas e vindas no tempo”!

No jogo, você conduz o protagonista em sua missão, resolvendo situações adversas para coletar peças de quebra-cabeças, que irão formar imagens num painel – verdadeiras pinturas – que  lhe ajudarão a entender melhor no que Tim está envolvido. Simples? Não, nem tanto.

Se você gosta de desafios, essa é sua chance de gastar todo seu tutano! Faça o teste você mesmo baixando a Demo (clicando aqui) e divirta-se.

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trailer:

Site: braid-game.com

Chupa-Cabras

Posted in Cinema, Vídeos by Julio Dias on 19/09/2009

Chupa-Cabras é um curta-metragem nacional, produzido pelo capixaba Rodrigo Aragão. Vale a pena conferir esse filme, mesmo não gostando do gênero de terror, para prestigiar essa produção brazuca.

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No final tem o making of do filme de brinde.

Loki – Arnaldo Baptista

Posted in Cinema, Música by Julio Dias on 06/07/2009

Nesse fim de semana fui ao cinema ver o Documentário Loki, que conta a história de Arnaldo Baptista – o músico tido como louco por muitos – que é a alma dOs Mutantes.

Bom, para quem gosta de música e história esse filme é essencial. É um documentário recheado de depoimentos de pessoas próximas, ou que conviveram com esse grande “loki”, narrando os altos e baixos de sua vida. Muito emocionante.

Eu conhecia algumas músicas dos Mutantes, mas nunca tinha olhado além da “loucura” das letras e músicas, nunca havia parado para perceber toda profundidade das músicas de Arnaldo.  Sai da sala com vontade de voltar àquela época, escutar tudo. Pretendo ouvir mais coisas dessa grande “loki”.

Em suma, trata-se de um ótimo filme. Uma boa opção para conhecer um pouco mais da nossa música. Assista enquanto há tempo, vamos prestigiar o cinema nacional.

“Dizem que sou louco por pensar assim

Se eu sou muito louco por eu ser feliz

Mas louco é quem me diz

E não é feliz, não é feliz”

A Mulher Invisível

Posted in Cinema by Julio Dias on 07/06/2009

Ontem fui ver o filme novo do Selton Mello: “A Mulher Invisível”. Confesso não ter ido ao cinema com intenção de assistir essa película – embora não seja daqueles que abominam o cinema nacional, achando tudo uma grande porcaria – eu simplesmente queria ver o John Connor explodindo uns robôs na telona, oras! Para minha sorte, devido uma trama do destino, não pude ver o Blockbuster que desejava, porém como segunda opção surge uma ótima comédia romântica brazuca.

Não sou nenhum Rubens Ewald Filho da vida, porém gosto muito de cinema e posso dizer que “A Mulher Invisível” foi uma grande surpresa para mim, pois prendeu minha atenção do inicio ao fim, não esperava ver uma produção nacional tão boa assim. Não me lembro de nada nessa película que tenha me desagradado, adorei  a história, o roteiro é muito bem amarrado; a  edição não deixa o filme lento, é bem dinâmica; a trilha sonora combinou muito bem com o clima da história, as músicas não soaram estranhas para mim, enfim, achei muito divertida essa Comédia Romântica Nacional, mesmo não gostando muito desse gênero. No final das contas, sai achando que valeu a pena o ingresso, e isso para mim é muito importante.

Enfim, não deixe de prestigiar o Cinema Brazuca, assista enquanto há tempo, pois  não é sempre que temos em cartaz filmes nacionais tão bem feitos.

Confira o trailer: